Vivo fazendo perguntas, afinal a vida é uma enorme pergunta sem resposta.
Uma destas tantas, desafio alguém que consiga responder. Esta: - Até onde você pode ir na vida? Em tudo. Afetiva, profissional, finanças, saúde...Até onde você pode ir?
Obvio que ninguém vai me responder. Ninguém sabe ou realmente conhece os seus "limites". E sem valer dos jogos Olímpicos. Onde de uma Olimpíada a outra, recordes são superados. O que em um determinado momento foi tido como um limite máximo de um ser humano, no momento seguinte alguém vai superar o atual recorde, não raro, o mesmo cara dono do recorde anterior.
Habitualmente as pessoas se entregam sem luta. Não procuram se auto conhecer e preferem dizer que não podem. O clichê onde falar é mais fácil. Pode sim! Pode muito mais. Vejamos, imagine a sua resistência, para ficar sem beber, comer, sem se movimentar. Quantos desastres vemos onde pessoas são encontradas vivas depois de dias em condições onde não se acreditava em sobreviventes. Não morreram, e descobriram-se resistentes. Somos fortalezas de forças desconhecidas.
Em nossa sociedade temos a maioria que vive entre salários esquálios, queixando-se da sorte, sem se darem conta que essa condição foi definida por si mesmo. Não é o patrão que define o "ordenado". Somos nós, medrosos. Acomodados.
Sua vida não está condenada a nenhum tipo de pobreza. Nenhum. Nascemos para o ilimitado, toda via nos condicionamos aos limites.
Nunca saberemos até onde podemos ir na vida. Mas podemos ir muito além da mediocridade de hoje.
Os meus limites? Não sei, e nunca vou saber. Mas tenho a certeza de que ele não se limita ao pouco que conquistei até agora. Vale para mim, vale para todos. Somos limitados por não crer nos ilimitados que podemos ser.
Garçom, qual será o meu limite de doses?
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