Nada como umas boas doses e a companhia de um amigo cheio de vontade de debater assuntos polêmicos.
E como é natural, entre uma dose e outra com um nobre amigo, eis que surge a polemica. A complexidade de se entender e interpretar as palavras de uma mulher. Em especifico o "não".
O "não" de uma mulher é a coisa mais complexa e cheia de significados que existe. Carrega uma gama de informações, desde o momento que é dito, até o momento que alcança os ouvidos. Um "não" de uma mulher pode significar qualquer coisa: "sim", "talvez", "já era pra ter feito", "quer que eu desenhe?". E...até mesmo "não". Sim amigos há casos em que essa raridade ocorre.
Essa singela expressão, tal qual a própria mulher, é um convite para o aprofundamento em seu significado. Um "não", por incrível que pareça, é um início, um começo. Talvez não um bom começo. Porém não é o fim. E aqui amigos se separa o joio do trigo. É a seleção natural aplicada. Lima os fracos, desistentes ao primeiro "não". Esses que se contentam com coisas fáceis, comida crua e cerveja quente, como eu já disse aqui em outro post. A falta de interpretação já elimina uma boa parcela, que nada de bom acrescentaria. Mas engana-se quem acredita que a vitória ficou para os fortes. "Forçar a barra", insistir apenas por insistir, tentando atravessar o muro, ao invés de escalá-lo, elimina tanto quanto a desistência. Não são os fortes que sobrevivem, são os que melhor se adaptam. Agradeçam a Darwin.
Mas claro que entender um "não" feminino é uma tarefa muito árdua. Como podemos ter facilidade em entender algo que, quem diz, não tem a minima idéia do que quer mesmo dizer, não tem certeza do que esta pensando e não sabe o que vestir? Por isso é bom ter foco e não ir apenas tentando a torto e a direito. Não se entendam dois "nãos" de duas mulheres diferentes, ao mesmo tempo. Com muita sabedoria já disse Vinicius de Moraes em Regra Três: "...abusou da regra três: Onde menos vale mais". E se tratando de seres que não obedecem nem o conceito natural de uma palavra, que falam sem querer falar, pensando em algo completamente diferente. É melhor se contentar e tentar desvendar um "não" por vez.
E, meus amigos de bar, talvez seja esse o significado de tudo isso. Existem boatos de que Deus, quando criou a mulher, ficou em uma duvida divina e ai resolveu criar todo o resto, e toda essa dinâmica que estamos inseridos, para ver se alguém entende, levanta a mão e grita alto..."BINGO!".
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Seu espelho mente?
Tenho uma história para contar, mas primeiro, é claro, tenho que dar umas voltas.
Nós humanos somos "bichos" especiais. Você pode agora, por exemplo, dar-se por infeliz por que se acha feio, feia. Olhar-se no espelho e não gostar do corpo que vê, acha-lo gordo, muito magro, muito baixo ou alto, o que for, acha-lo em fim, sem graça. Mas não deve esquecer que existe uma diferença entre o que o espelho mostra e o que você vê...
Pode também, e em sentido contrário, ver esse mesmo corpo, lindo, bonito, uma peça de ourives... Não virá do espelho essa "visão", mas sim do seu conceito sobre si. Não somos, mais das vezes, o que pensamos ser, mas podemos ser muito mais do que somos, depende do modo que pensamos.
Pronto já dei as voltas necessárias. Agora quero dizer o que acabei de ler, a história de um sujeito que gerou uma matéria que achei incrível.
Esse homem, quase na casa dos 60 anos, passou por muitas e nada boas na vida. Por um acidente domestico, acabou ficando com deformidades no rosto, tinha quatro anos. Foi-lhe muito difícil a vida de criança e sua adolescência. Alvo de chacotas, risos estúpidos, e tantas outras que muitos de nós já vimos e ouvimos falar, que faz parte do dia-a-dia de jovens com pouca, ou nenhuma educação.
Esse homem é hoje uma pessoa totalmente realizada, de bem com a vida, apesar de tudo. Conta das suas dificuldades em palestras. E costuma dizer uma frase (claro tinha que haver uma frase para me trazer até aqui). Esta: "O maior preconceito do mundo é o que a gente sente de nós mesmos!". Irretocável.
De fato, somos os maiores críticos e adversários de nós mesmos. Se sou "feio" e vejo isso no espelho, o que importa? Poderia nada me importar se eu não me importasse com os outros. Sofro por pensar no que os outros podem pensar de mim. Estupidez.
Temos largos preconceitos sobre nós mesmos, por causas reais ou imaginarias, que é pior. Uma causa real? Posso ter 'três' orelhas, e daí? Vão desdenhar de mim? Aos adolescentes, direi que ouço melhor que eles...Faço isso? Não. Não me aceito, quero e preciso da aprovação dos outros, vivo pela cabeça dos outros, sofro, sou infeliz e não me dou conta que sou um refinado estupido em não me aceitar. E não se aceitar não significa não fazer esforços para crescer como pessoa - como pessoa, e não como manequim dos outros...
Vocês podem pensar, é muito fácil falar, e tens razão. Mas enquanto apontamos o dedo acusatório para nós mesmos, estaremos perdidos. De fato, somos os mais preconceituosos contra nós mesmos.
Pode também, e em sentido contrário, ver esse mesmo corpo, lindo, bonito, uma peça de ourives... Não virá do espelho essa "visão", mas sim do seu conceito sobre si. Não somos, mais das vezes, o que pensamos ser, mas podemos ser muito mais do que somos, depende do modo que pensamos.
Pronto já dei as voltas necessárias. Agora quero dizer o que acabei de ler, a história de um sujeito que gerou uma matéria que achei incrível.
Esse homem, quase na casa dos 60 anos, passou por muitas e nada boas na vida. Por um acidente domestico, acabou ficando com deformidades no rosto, tinha quatro anos. Foi-lhe muito difícil a vida de criança e sua adolescência. Alvo de chacotas, risos estúpidos, e tantas outras que muitos de nós já vimos e ouvimos falar, que faz parte do dia-a-dia de jovens com pouca, ou nenhuma educação.
Esse homem é hoje uma pessoa totalmente realizada, de bem com a vida, apesar de tudo. Conta das suas dificuldades em palestras. E costuma dizer uma frase (claro tinha que haver uma frase para me trazer até aqui). Esta: "O maior preconceito do mundo é o que a gente sente de nós mesmos!". Irretocável.
De fato, somos os maiores críticos e adversários de nós mesmos. Se sou "feio" e vejo isso no espelho, o que importa? Poderia nada me importar se eu não me importasse com os outros. Sofro por pensar no que os outros podem pensar de mim. Estupidez.
Temos largos preconceitos sobre nós mesmos, por causas reais ou imaginarias, que é pior. Uma causa real? Posso ter 'três' orelhas, e daí? Vão desdenhar de mim? Aos adolescentes, direi que ouço melhor que eles...Faço isso? Não. Não me aceito, quero e preciso da aprovação dos outros, vivo pela cabeça dos outros, sofro, sou infeliz e não me dou conta que sou um refinado estupido em não me aceitar. E não se aceitar não significa não fazer esforços para crescer como pessoa - como pessoa, e não como manequim dos outros...
Vocês podem pensar, é muito fácil falar, e tens razão. Mas enquanto apontamos o dedo acusatório para nós mesmos, estaremos perdidos. De fato, somos os mais preconceituosos contra nós mesmos.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Exceda-se!
Vivo fazendo perguntas, afinal a vida é uma enorme pergunta sem resposta.
Uma destas tantas, desafio alguém que consiga responder. Esta: - Até onde você pode ir na vida? Em tudo. Afetiva, profissional, finanças, saúde...Até onde você pode ir?
Obvio que ninguém vai me responder. Ninguém sabe ou realmente conhece os seus "limites". E sem valer dos jogos Olímpicos. Onde de uma Olimpíada a outra, recordes são superados. O que em um determinado momento foi tido como um limite máximo de um ser humano, no momento seguinte alguém vai superar o atual recorde, não raro, o mesmo cara dono do recorde anterior.
Habitualmente as pessoas se entregam sem luta. Não procuram se auto conhecer e preferem dizer que não podem. O clichê onde falar é mais fácil. Pode sim! Pode muito mais. Vejamos, imagine a sua resistência, para ficar sem beber, comer, sem se movimentar. Quantos desastres vemos onde pessoas são encontradas vivas depois de dias em condições onde não se acreditava em sobreviventes. Não morreram, e descobriram-se resistentes. Somos fortalezas de forças desconhecidas.
Em nossa sociedade temos a maioria que vive entre salários esquálios, queixando-se da sorte, sem se darem conta que essa condição foi definida por si mesmo. Não é o patrão que define o "ordenado". Somos nós, medrosos. Acomodados.
Sua vida não está condenada a nenhum tipo de pobreza. Nenhum. Nascemos para o ilimitado, toda via nos condicionamos aos limites.
Nunca saberemos até onde podemos ir na vida. Mas podemos ir muito além da mediocridade de hoje.
Os meus limites? Não sei, e nunca vou saber. Mas tenho a certeza de que ele não se limita ao pouco que conquistei até agora. Vale para mim, vale para todos. Somos limitados por não crer nos ilimitados que podemos ser.
Garçom, qual será o meu limite de doses?
Uma destas tantas, desafio alguém que consiga responder. Esta: - Até onde você pode ir na vida? Em tudo. Afetiva, profissional, finanças, saúde...Até onde você pode ir?
Obvio que ninguém vai me responder. Ninguém sabe ou realmente conhece os seus "limites". E sem valer dos jogos Olímpicos. Onde de uma Olimpíada a outra, recordes são superados. O que em um determinado momento foi tido como um limite máximo de um ser humano, no momento seguinte alguém vai superar o atual recorde, não raro, o mesmo cara dono do recorde anterior.
Habitualmente as pessoas se entregam sem luta. Não procuram se auto conhecer e preferem dizer que não podem. O clichê onde falar é mais fácil. Pode sim! Pode muito mais. Vejamos, imagine a sua resistência, para ficar sem beber, comer, sem se movimentar. Quantos desastres vemos onde pessoas são encontradas vivas depois de dias em condições onde não se acreditava em sobreviventes. Não morreram, e descobriram-se resistentes. Somos fortalezas de forças desconhecidas.
Em nossa sociedade temos a maioria que vive entre salários esquálios, queixando-se da sorte, sem se darem conta que essa condição foi definida por si mesmo. Não é o patrão que define o "ordenado". Somos nós, medrosos. Acomodados.
Sua vida não está condenada a nenhum tipo de pobreza. Nenhum. Nascemos para o ilimitado, toda via nos condicionamos aos limites.
Nunca saberemos até onde podemos ir na vida. Mas podemos ir muito além da mediocridade de hoje.
Os meus limites? Não sei, e nunca vou saber. Mas tenho a certeza de que ele não se limita ao pouco que conquistei até agora. Vale para mim, vale para todos. Somos limitados por não crer nos ilimitados que podemos ser.
Garçom, qual será o meu limite de doses?
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Cerveja quente? Não confio!
Não confio! Não confio em quem bebe cerveja quente. Tirando os Europeus desse fato, já que lá se bebe praticamente só cerveja quente. Beber cerveja quente é dizer sim e aceitar qualquer coisa. E agir assim você demostra a irresponsabilidade de não ter planejado isso antes. De não pôr gelo na isotérmica, não pôr a cerveja gelar no freezer antes, ou não escolher um bar que preste. Acredite, isso revela seu caráter. E por isso, se você bebe cerveja quente, não confio em você.
Óbvio que, por vezes, a cerveja quente será inevitável. Assim como uma derrota ou fracasso. Mas como tal, devem proceder grandes conquistas. Ela deve ser engolida com desgosto e o sentimento de que batalha pela cerveja gelada será maior e incessante. Não pode dar mole. Seja Homem!
Organização e planejamento, é o que um homem vencedor precisa ter, seja para cumprir seu legado natural, seja para beber uma cerveja gelada. É simples, se em algo simples ele aceita o que vier, como não vai ser assim em coisas maiores, onde ele não tem o controle total. Então ele assentirá, e deixará por isso mesmo. Isso é demostrar fraqueza. Isso é ser fraco. É não dar conta do seu papel como Homem.
Um homem de verdade - atenção mulheres - precisam saber se impor. Esse sujeito que aceita a cerveja quente tranquilamente, é o mesmo cara que vai inevitavelmente te deixar na mão. Literalmente. Quando você mais precisar. Vai deixar o encanamento vazando, a eletricidade com defeito, o chuveiro queimado. E se a cerveja estiver quente? Ele bebe mesmo assim.
Admirem os que correm atrás de isopor e gelo como quem busca uma salvação. O que de fato é. Salvação da integridade dos bebedores brindada com boas, com clichê, estupidamente geladas.
E nesse fato pode-se basear a vida. Existem os que aceitam tudo. E aqueles que podem até aceitar, mas estão convictos de que esse tropeço, esse descuido, os servem como lição para sempre se precaverem e correrem atrás do que realmente querem. Mesmo que tenham que frequentar todos os bares da cidades.
Óbvio que, por vezes, a cerveja quente será inevitável. Assim como uma derrota ou fracasso. Mas como tal, devem proceder grandes conquistas. Ela deve ser engolida com desgosto e o sentimento de que batalha pela cerveja gelada será maior e incessante. Não pode dar mole. Seja Homem!
Organização e planejamento, é o que um homem vencedor precisa ter, seja para cumprir seu legado natural, seja para beber uma cerveja gelada. É simples, se em algo simples ele aceita o que vier, como não vai ser assim em coisas maiores, onde ele não tem o controle total. Então ele assentirá, e deixará por isso mesmo. Isso é demostrar fraqueza. Isso é ser fraco. É não dar conta do seu papel como Homem.
Um homem de verdade - atenção mulheres - precisam saber se impor. Esse sujeito que aceita a cerveja quente tranquilamente, é o mesmo cara que vai inevitavelmente te deixar na mão.
Admirem os que correm atrás de isopor e gelo como quem busca uma salvação. O que de fato é. Salvação da integridade dos bebedores brindada com boas, com clichê, estupidamente geladas.
E nesse fato pode-se basear a vida. Existem os que aceitam tudo. E aqueles que podem até aceitar, mas estão convictos de que esse tropeço, esse descuido, os servem como lição para sempre se precaverem e correrem atrás do que realmente querem. Mesmo que tenham que frequentar todos os bares da cidades.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Dia do Mimimi: Culpa é do Canalha.
Dia dos namorados, e eu tenho que continuar ouvindo e vendo cada uma. Essa geração marica lamentação, fica ainda mais aguçada no dia de hoje. Como diz uma amiga minha, o "Dia do Mimimi". Mas prometi a mim que não ia debater esse assunto, para não ser tachado de magoado da história.
Fiz esse pequeno comentário, pois foi esse dia que me trouxe ao assunto em questão, juntamente com a placa que tenho pendurada no pescoço dizendo "Psicologo". A velha conversa feminina de se dizer desiludida com os relacionamentos, e botar a culpa toda nos homens.
Com a indicação de um amigo, estou lendo algumas obras do escritor alemão, Schopenhauer. E acho que estou me identificando com uma visão um tanto machista que ele tem.
Com esses fatores, cheguei a uma conclusão. Eu tenho pena do Canalha, sério. Ele é o costas-largas oficial das mulheres desiludidas. É nele que de uma forma covarde, se deposita toda a culpa do que deu errado em um relacionamento.
Em tempos que não existia ciência e filosofia. Os deuses levavam o crédito por tudo. Se o mar estivesse raivoso, a culpa era de Poseidon, se não chovesse, a culpa era de Zeus. E assim a humanidade seguia, até que descobriram as razões dos mares agitados e das chuvas. Mas como ninguém quer de fato descobrir as causas das desilusões, ou mesmo por que a humanidade tem a tendência nata de procurar um culpado, a culpa ainda é do canalha.
Imagine o canalha como um mágico amador. O Mago-Plimplim. Que faz alguns truques, tira alguns coelhos de cartolas. O problema é que as pessoas se interessam de uma maneira intensa, que forçam-se a acreditar. Admiram a mágica do Mago-Plimplim, imaginando David Coperfield. Ai quando um truque não da certo, e a realidade transparece como se o Mr. M tivesse aparecido e lhe mostrado todas as ilusões. A culpa é de quem? Do Mago-Plimplim que aprendeu por correspondência? Ou sua, que depositou suas expectativas sem antes dar uma analisada na realidade.
"A culpa é desse canalha!". Grita pra mim a mesma que um dia disse: "Ele é tudo pra mim!". A linha que ostenta o sentimento de depositar a nossa vida nas mãos de alguém, é a mesma que nos faz depositar a culpa. E esse modo de pensar leva a conclusão de que ninguém presta. Ai surge a máxima: "Homens são todos iguais, todos canalhas". Nós homens, em nossa maioria, somos bons, somos seus doces. A dor de barriga surge se você abusar.
Não, não sou advogado dos canalhas. Até mesmo por que, canalha, canalha mesmo. Esse não existem mais. A ultima vez que se ouviu falar sobre uma ação canalha, foi em algum lugar no interior de SC. Ele tentou utilizar sua lábia, mas a "vítima" já havia lido sobre sua reputação no Facebook. Mandou o canalha embora e ele nunca mais deu notíciascertamente aprendeu a trabalhar na surdina.
Não existe mais tamanha ingenuidade para que esse personagem sobreviva. Eles estão acolados agora em cima do exagero e da falta de " pés no chão", o que torna qualquer um, um canalha em potencial.
Fiz esse pequeno comentário, pois foi esse dia que me trouxe ao assunto em questão, juntamente com a placa que tenho pendurada no pescoço dizendo "Psicologo". A velha conversa feminina de se dizer desiludida com os relacionamentos, e botar a culpa toda nos homens.
Com a indicação de um amigo, estou lendo algumas obras do escritor alemão, Schopenhauer. E acho que estou me identificando com uma visão um tanto machista que ele tem.
Com esses fatores, cheguei a uma conclusão. Eu tenho pena do Canalha, sério. Ele é o costas-largas oficial das mulheres desiludidas. É nele que de uma forma covarde, se deposita toda a culpa do que deu errado em um relacionamento.
Em tempos que não existia ciência e filosofia. Os deuses levavam o crédito por tudo. Se o mar estivesse raivoso, a culpa era de Poseidon, se não chovesse, a culpa era de Zeus. E assim a humanidade seguia, até que descobriram as razões dos mares agitados e das chuvas. Mas como ninguém quer de fato descobrir as causas das desilusões, ou mesmo por que a humanidade tem a tendência nata de procurar um culpado, a culpa ainda é do canalha.
Imagine o canalha como um mágico amador. O Mago-Plimplim. Que faz alguns truques, tira alguns coelhos de cartolas. O problema é que as pessoas se interessam de uma maneira intensa, que forçam-se a acreditar. Admiram a mágica do Mago-Plimplim, imaginando David Coperfield. Ai quando um truque não da certo, e a realidade transparece como se o Mr. M tivesse aparecido e lhe mostrado todas as ilusões. A culpa é de quem? Do Mago-Plimplim que aprendeu por correspondência? Ou sua, que depositou suas expectativas sem antes dar uma analisada na realidade.
"A culpa é desse canalha!". Grita pra mim a mesma que um dia disse: "Ele é tudo pra mim!". A linha que ostenta o sentimento de depositar a nossa vida nas mãos de alguém, é a mesma que nos faz depositar a culpa. E esse modo de pensar leva a conclusão de que ninguém presta. Ai surge a máxima: "Homens são todos iguais, todos canalhas". Nós homens, em nossa maioria, somos bons, somos seus doces. A dor de barriga surge se você abusar.
Não, não sou advogado dos canalhas. Até mesmo por que, canalha, canalha mesmo. Esse não existem mais. A ultima vez que se ouviu falar sobre uma ação canalha, foi em algum lugar no interior de SC. Ele tentou utilizar sua lábia, mas a "vítima" já havia lido sobre sua reputação no Facebook. Mandou o canalha embora e ele nunca mais deu notícias
Não existe mais tamanha ingenuidade para que esse personagem sobreviva. Eles estão acolados agora em cima do exagero e da falta de " pés no chão", o que torna qualquer um, um canalha em potencial.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
A culpa é de Eva
Tinha prometido a mim que não faria nenhum texto machista aqui. Se você tiver a mente aberta verá que, o que vou escrever aqui não é machista. E para as feministas de plantão, tem os comentários abertos para qualquer critica que invariavelmente eu não darei a minima importância.
Muitas coisas, de forma equilibrada, são essenciais para a vida. Equivalente ao silêncio necessário na hora do jogo, ao petisco, a dose de Whisky, a vitória do seu time e o sofrimento do amigo figueirense. A insegurança é uma destas coisas que necessitam do equilíbrio, pois dentro da sua naturalidade inerente ao ser humano, ela é normal. Quando ela te inferioriza, te domina, ou você esta com problemas, ou você é mulher.
...(mais uma dose garçom, e um brinde ao primeiro grito feminista).
Observe que muitos problemas da humanidade originaram desta insegurança. De tal maneira que ao invés de estarmos aproveitando o paraíso, sem dificuldades, sem trabalho e pautas, estamos aqui, esperando o fim do expediente. A culpa é de quem? Obviamente da primeira e não menos insegura mulher. Eva. Ela que no auge da sua insegurança, conseguiu supor que Adão, aquele canalha, ou tinha outra, ou estava desinteressado dela. Mas como ela lembrou que estavam apenas os dois no mundo, deduziu que estava gorda. E ela tentou esclarecer as cosias com um dialogo? Não! Ela ouviu conselhos e se pôs a fazer dieta. E assim foi comer maçã. E cá estamos, esperando a hora de ir pra casa, a hora do descanso, sem paraíso.
Após isso, bastou a genética fazer seu trabalho, e sair por ai distribuindo essa característica a todas as mulheres.
(...garçom deixa o litro aqui na mesa, para tentar me ofuscar os gritos feministas)...
Logo, hoje esse sentimento de instabilidade, de não estar de bem consigo mesma, esta presente em muitas, pra não dizer quase todas. Vejam, as que são seguras e cheias de si, nunca foram chamadas de gordas. E até quando elogiadas, não acreditam, teimam, enaltecem defeitos e afirmam que elas tem algum problema. A insegurança exacerbada te deixa a mercê de qualquer opinião. Concelhos furados, conclusões infundadas, tudo isso aos montes. Tenhamos bom senso, ouvir conselhos é como comprar Whisky. Você não aceitará qualquer um que o vendedor oferecer. Você fará uma avaliação, antes de gastar seu precioso dinheiro, mesmo que tenha pouco conhecimento sobre Whisky, para poder degustar uma boa bebida. Se não faz isso, bem, te desejo sorte.
A vida corre assim, a desafinação e o desacordo sempre estarão presentes. Existirá sempre alguém que não entendeu, haverá alguém que não sabe analisar as cosias e critica por criticar. E sempre haverá um falador para dizer que vai te encher de porrada. E se estas criticas se unirem a sua insegurança elas tomaram conta de você meu amigo, e sua vida será regrada pelas outras pessoas. A falácia é apenas um negativo usado para lhe atingir. Quem a prolifera e consegue, esta obtendo o exito diante de você. Tenha sempre em mente quem você é. Não mude na primeira critica, não abaixe a cabeça na primeira discórdia e não me corra atrás de dietas mirabolantes só por que algum imbecil disse que você está gordinha.
Então, se você for a mulher que está indo comprar um vestido novo para um encontro, largue essa insegurança. Comprou um novo? Será que esse ficou bom mesmo? Tem certeza que ele não te deixou gorda? E o que vai fazer com esse seu cabelo? Desencana. vista qualquer um, sinta-se bem. Não sofra.
Afinal, tenho certeza que você vai agradar muito mais sem nada, do que com o mais perfeito vestido.
Muitas coisas, de forma equilibrada, são essenciais para a vida. Equivalente ao silêncio necessário na hora do jogo, ao petisco, a dose de Whisky, a vitória do seu time e o sofrimento do amigo figueirense. A insegurança é uma destas coisas que necessitam do equilíbrio, pois dentro da sua naturalidade inerente ao ser humano, ela é normal. Quando ela te inferioriza, te domina, ou você esta com problemas, ou você é mulher.
...(mais uma dose garçom, e um brinde ao primeiro grito feminista).
Observe que muitos problemas da humanidade originaram desta insegurança. De tal maneira que ao invés de estarmos aproveitando o paraíso, sem dificuldades, sem trabalho e pautas, estamos aqui, esperando o fim do expediente. A culpa é de quem? Obviamente da primeira e não menos insegura mulher. Eva. Ela que no auge da sua insegurança, conseguiu supor que Adão, aquele canalha, ou tinha outra, ou estava desinteressado dela. Mas como ela lembrou que estavam apenas os dois no mundo, deduziu que estava gorda. E ela tentou esclarecer as cosias com um dialogo? Não! Ela ouviu conselhos e se pôs a fazer dieta. E assim foi comer maçã. E cá estamos, esperando a hora de ir pra casa, a hora do descanso, sem paraíso.
Após isso, bastou a genética fazer seu trabalho, e sair por ai distribuindo essa característica a todas as mulheres.
(...garçom deixa o litro aqui na mesa, para tentar me ofuscar os gritos feministas)...
Logo, hoje esse sentimento de instabilidade, de não estar de bem consigo mesma, esta presente em muitas, pra não dizer quase todas. Vejam, as que são seguras e cheias de si, nunca foram chamadas de gordas. E até quando elogiadas, não acreditam, teimam, enaltecem defeitos e afirmam que elas tem algum problema. A insegurança exacerbada te deixa a mercê de qualquer opinião. Concelhos furados, conclusões infundadas, tudo isso aos montes. Tenhamos bom senso, ouvir conselhos é como comprar Whisky. Você não aceitará qualquer um que o vendedor oferecer. Você fará uma avaliação, antes de gastar seu precioso dinheiro, mesmo que tenha pouco conhecimento sobre Whisky, para poder degustar uma boa bebida. Se não faz isso, bem, te desejo sorte.
A vida corre assim, a desafinação e o desacordo sempre estarão presentes. Existirá sempre alguém que não entendeu, haverá alguém que não sabe analisar as cosias e critica por criticar. E sempre haverá um falador para dizer que vai te encher de porrada. E se estas criticas se unirem a sua insegurança elas tomaram conta de você meu amigo, e sua vida será regrada pelas outras pessoas. A falácia é apenas um negativo usado para lhe atingir. Quem a prolifera e consegue, esta obtendo o exito diante de você. Tenha sempre em mente quem você é. Não mude na primeira critica, não abaixe a cabeça na primeira discórdia e não me corra atrás de dietas mirabolantes só por que algum imbecil disse que você está gordinha.
Então, se você for a mulher que está indo comprar um vestido novo para um encontro, largue essa insegurança. Comprou um novo? Será que esse ficou bom mesmo? Tem certeza que ele não te deixou gorda? E o que vai fazer com esse seu cabelo? Desencana. vista qualquer um, sinta-se bem. Não sofra.
Afinal, tenho certeza que você vai agradar muito mais sem nada, do que com o mais perfeito vestido.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
O merthiolate parou de arder.
Ah, sim eu vou voltar a um velho e conhecido assunto. Já debati aqui esse tema, já sentei na mesa de bar com vários amigos e amigas discutindo e procurando uma resposta para o mau que afeta as novas gerações. A geração de maricas das lamentações. Fora inúmeras noites, e muitas doses de Whisky debatendo e procurando a razão para esse problema. Até, como disse no inicio, posts publicados procurando manisfestar-me e procurar de algum leitor uma possível resposta. Depois de todas essas discussões, debates e ler muitos textos sobre o tema, para entender o porque da nossa sociedade estar sempre pisando em ovos, passando por tempestades em copos de água jamais vista nos sete mares. Então eis que surge uma resposta louvável. encontramos o X, (ou talvez neste caso o Y, se você entende um pouco de cromossomos) da questão. A conclusão é: O merthiolate parou de arder.
Em tempos onde o merthiolate ardia, tudo fazia sentido. A ardência deste remédio para curar machucados, demostrava as crianças o que de fato era dor. Não havia frescuras e lamentações de tudo. Mas havia algo para nivelar tudo, era o pavor de ter aquele liquido passado no cotovelo ralado. Aquela velha, e até boa tensão unida a cara falsa da sua mãe dizendo que não ia arder. Grande mentira. Mas vejam, que com isso tudo nosso subconsciente utilizava essas situações como um marco referencial, onde que, se alguma coisa nos acontecesse, nossa mente involuntariamente comparava os sentimentos do que nos estava acontecendo com a ardência do remédio, então verificava se valia a pena à queixa. Por isso as lamentações eram menores e menos frequentes, não se chorava por qualquer joelho ralado. Não se desperdiçava forças com coisas desimportantes. Se tinha cuidado para impedir fatos que teriam como consequência o merthiolate. Essa geração foi criada sob esse pilar. Valorizando acontecimentos dignos e não dando relevância a todo cisco que caísse nos olhos.
Eis que surge alguém se dizendo cheio de boas intenções, com a idéia de que podíamos curar as feridas sem o merthiolate arder. Espero eu, com toda sinceridade, que o filho de 16 anos desse cara, chore assistindo Glee, esperneie se perder um show do Restart e faça pirraça quando sair um CD novo do Justin Bieber. Perdeu-se a direção, se foi um norte. Sem isso, as crianças que foram criadas sendo saradas pela composição do merthiolate que não ardia, não sabem do que e nem como reclamar. então surgiu um anseio a busca de algo para essa função. E por essa falta da existência de uma dor para reclamar, cada um escolheu a sua e se desembestou a lamentar. A sentir-se ofendido, a se sentir péssimo, humilhado, esquecido, a odiar alguém. Como eu já disse, vivemos em uma geração de maricas. E não confundam isso com opção sexual. Vocês sabem que essa analise é embasada ao grau de importância que a as pessoas dão a coisas pequenas. Onde fazem de uma dor de barriga, uma verdadeira ulcera. E nesta onda de rede social, onde tudo se prolifera com uma velocidade absurda, utilizam-se de singelos comentários, inocentes ou não, como provas cabais de ofensas inaceitáveis, com a mesma gravidade de ter chamado a mãe de funcionária de cabaré. Ofende. Mas vestir toda e qualquer carapuça, não é apenas infantil, como não é saudável. Coisa de quem não tem com o que se preocupar. Não tem ninguém pra lamentar e se beneficiou com o fato de o merthiolate não arder.
Assim resta-nos esperar, ou talvez até lutar contra tudo isso. Contra não poder olhar feio para ninguém sem receber uma série de ataques de nervos nos acusando de todos os preconceitos possíveis. Contra quem não bebe Whisky por que é forte, ou não bebe cerveja pois é amarga. E quem usa merthiolate que não arde. Ou simplesmente tocar a nossa vida, e torcer para que ninguém ponha o calo debaixo do nosso pé. Como diziam os antigos, no tempo em que sarar feridas ardia feito fogo: "Engole o choro".
Em tempos onde o merthiolate ardia, tudo fazia sentido. A ardência deste remédio para curar machucados, demostrava as crianças o que de fato era dor. Não havia frescuras e lamentações de tudo. Mas havia algo para nivelar tudo, era o pavor de ter aquele liquido passado no cotovelo ralado. Aquela velha, e até boa tensão unida a cara falsa da sua mãe dizendo que não ia arder. Grande mentira. Mas vejam, que com isso tudo nosso subconsciente utilizava essas situações como um marco referencial, onde que, se alguma coisa nos acontecesse, nossa mente involuntariamente comparava os sentimentos do que nos estava acontecendo com a ardência do remédio, então verificava se valia a pena à queixa. Por isso as lamentações eram menores e menos frequentes, não se chorava por qualquer joelho ralado. Não se desperdiçava forças com coisas desimportantes. Se tinha cuidado para impedir fatos que teriam como consequência o merthiolate. Essa geração foi criada sob esse pilar. Valorizando acontecimentos dignos e não dando relevância a todo cisco que caísse nos olhos.
Eis que surge alguém se dizendo cheio de boas intenções, com a idéia de que podíamos curar as feridas sem o merthiolate arder. Espero eu, com toda sinceridade, que o filho de 16 anos desse cara, chore assistindo Glee, esperneie se perder um show do Restart e faça pirraça quando sair um CD novo do Justin Bieber. Perdeu-se a direção, se foi um norte. Sem isso, as crianças que foram criadas sendo saradas pela composição do merthiolate que não ardia, não sabem do que e nem como reclamar. então surgiu um anseio a busca de algo para essa função. E por essa falta da existência de uma dor para reclamar, cada um escolheu a sua e se desembestou a lamentar. A sentir-se ofendido, a se sentir péssimo, humilhado, esquecido, a odiar alguém. Como eu já disse, vivemos em uma geração de maricas. E não confundam isso com opção sexual. Vocês sabem que essa analise é embasada ao grau de importância que a as pessoas dão a coisas pequenas. Onde fazem de uma dor de barriga, uma verdadeira ulcera. E nesta onda de rede social, onde tudo se prolifera com uma velocidade absurda, utilizam-se de singelos comentários, inocentes ou não, como provas cabais de ofensas inaceitáveis, com a mesma gravidade de ter chamado a mãe de funcionária de cabaré. Ofende. Mas vestir toda e qualquer carapuça, não é apenas infantil, como não é saudável. Coisa de quem não tem com o que se preocupar. Não tem ninguém pra lamentar e se beneficiou com o fato de o merthiolate não arder.
Assim resta-nos esperar, ou talvez até lutar contra tudo isso. Contra não poder olhar feio para ninguém sem receber uma série de ataques de nervos nos acusando de todos os preconceitos possíveis. Contra quem não bebe Whisky por que é forte, ou não bebe cerveja pois é amarga. E quem usa merthiolate que não arde. Ou simplesmente tocar a nossa vida, e torcer para que ninguém ponha o calo debaixo do nosso pé. Como diziam os antigos, no tempo em que sarar feridas ardia feito fogo: "Engole o choro".
terça-feira, 5 de junho de 2012
Amor, ah o amor!
Nos últimos dias tenho que deparado com inúmeras conversas onde o tema naturalmente converge para a polêmica: sentimentos, relacionamentos, alegrias e decepções amorosas que aparecem e misteriosamente somem da vida das pessoas. Dessa forma devo corrigir a última afirmação. Saem as "decepções amorosas" e entram, posso assim dizer as "decepções da paixão". Sim, pois o substantivo, verbo, adjetivo, pronome, ou seja lá qual a categoria gramatical da palavra "amor" vai muito além de algo passageiro. O amor é um sentimento sublime, que ou dura para toda vida, ou que demoramos a vida toda para compreender, e com sorte encontrar.
Já diria Renato Russo, quem inventou o amor explica por favor. Já diriam incontáveis poetas e compositores, como é bom o amor, e como dói não ser correspondido, ou mesmo perder um grande amor. Já ouvi uma vez alguém dizer que o melhor sentimento de amor, é o correspondido. E que se perguntado se preferia amar ou ser amado, ainda respondeu: "Qual asa é mais importante para uma ave, a esquerda ou a direita?". De fato não se pode voar com apenas uma delas. São tantas músicas e demais expressões artísticas que falam sobre o tema, que fico me perguntando até que ponto o real significado do amor está presente. Concordo com Renato Russo pois ele deixa o sentimento pairando no ar. Se pegarmos suas composições, ele não personifica o sentimento. Ao contrário de artistas que morrem de amor, ou então vivem um grande amor em uma composição de três minutos, a idéia de amor abstrato denotada por ele via de encontro com o que penso.
Já diria Renato Russo, quem inventou o amor explica por favor. Já diriam incontáveis poetas e compositores, como é bom o amor, e como dói não ser correspondido, ou mesmo perder um grande amor. Já ouvi uma vez alguém dizer que o melhor sentimento de amor, é o correspondido. E que se perguntado se preferia amar ou ser amado, ainda respondeu: "Qual asa é mais importante para uma ave, a esquerda ou a direita?". De fato não se pode voar com apenas uma delas. São tantas músicas e demais expressões artísticas que falam sobre o tema, que fico me perguntando até que ponto o real significado do amor está presente. Concordo com Renato Russo pois ele deixa o sentimento pairando no ar. Se pegarmos suas composições, ele não personifica o sentimento. Ao contrário de artistas que morrem de amor, ou então vivem um grande amor em uma composição de três minutos, a idéia de amor abstrato denotada por ele via de encontro com o que penso.
O amor é polimórfico, se transforma. O amor é abstrato, é diferente para cada alma que existe no universo. Ouvimos uma expressão de fé muito comum: "Deus é amor". Essa é a base para muitas crenças. Motivo que leva muitos a idolatrem uma religião. Mas não seria mais justo invertermos a expressão? Sim, o amor é um Deus, ou uma Deusa, visto que sexo também não se mistura com amor. Esse sentimento sublime é algo que só pode ser explicado se a pessoa entender o real motivo de vivê-lo.
O grande problema de se falar em amor, é que diariamente somos bombardeados por falsas explicações de amor. Tudo o que nos passam é que o amor está em outra pessoa. Que você só será feliz se encontrar o amor da sua vida. Obrigatoriamente nos fazem acreditar que o amor vai se materializar em alguém. E nós, na grande maiorias mesquinhos, acreditamos. Logo em seguida dizem que para encontrar o amor precisamos de um bom carro, uma boa casa, uma boa bebida, enfim, o amor vira uma moeda de troca. E isso estimula o amor... mas o amor ao capitalismo. O amor às coisas. O amor ao ter, ao invés de o amor ao ser. Duvida? Pense um pouco a respeito.
Escrevo isso pois fico desapontado em ver a grande maioria das pessoas em uma perseguição frenética pelo amor, que já começa pela busca no lugar errado. Para estes, a busca pelo amor obrigatoriamente deve começar por uma paixão. Aqui já existe uma grande chance da pessoa se frustrar. Sim, pois uma paixão é um sentimento implacável, rápido, rasteiro, arrebatador. Mas uma paixão é temporal, é como um dia, uma estação. Ela sempre acaba. Sim, ela sempre acaba. Estar apaixonado é uma das melhores sensações do mundo. Mas infelizmente todas as boas sensações acabam. E quando uma paixão acaba, da mesma forma como uma droga, ela causa dependência. Ela exige que uma nova dose seja servida. Acontece que uma paixão não vem seguida de outra, pois são duas almas que precisam estar em sintonia.
Nesse momento a pessoa precisa estrapolar sua frustração. A paixão acabou, e ela insiste em achar que ali existia o amor. E como acabou, com o tempo ela passa a repudiar o amor. Talvez uma das formas mais básicas de enganar a si mesmo. Sentimentos temporais jamais devem ser comparados, ou equiparados ao sentimento do amor. Uma vez um amigo me disse: "eu já amei, perdi e hoje vivo frustrado com outra pessoa. Amar é uma sensação louca. Eu estava com ela e me sentia surfando nas ondas do Hawai. Eu voltava, e depois me sentia saltando de um avião sem para-quedas. E sem medo algum de chegar ao solo". Confesso que gostei da maneira a qual expressou o sentimento. E confesso também que não senti algo parecido.
Certa vez me deparei com uma obra de filosofia onde o autor falava da escalada na escada do amor sublime. Não me recordo ao certo todos os passos, mas ele dizia que primeiro tendemos a acreditar que o amor está na beleza. Mas este é só o primeiro degrau da escada. Lá pelo sexto ou sétimo degraus ele fala do amor sublime. Aquele sentimento que finalmente converge para nossa missão no universo. Aquele momento onde entendemos o porque tudo foi como foi. Entendemos que tudo foi como era para ter sido. Exatamente preciso, simples assim. Como ouvimos das religiões, dos adivinhos, e dos artistas: na vida tudo tem um porquê. Resta-nos ter a curiosidade de descobrir e vivenciar as sensações a ponto de realmente fazermos por merecer chegar ao topo da escada sublime do amor. Não fiquemos eternamente no primeiro degrau.
Possivelmente saberemos que não amamos mais que uma vez. O amor é um fluxo que vai se estabelecendo aos poucos, e não depende necessariamente de outra pessoa. O resto são sentimentos que confundimos com este ato sublime, amar.
Direto do: http://ocolono.com
Direto do: http://ocolono.com
domingo, 3 de junho de 2012
Vai lá, repete!
Sabemos todos, por ensinamento primário e lógica, que dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar, espaço, ao mesmo tempo. Certo? Ok. Bem e com a mente humana também é assim. Ou você pensa uma coisa, ou pensa outra. Dois pensamentos juntos e ao mesmo tempo não são possíveis. Pode parecer, mas não é, só parece. Vocês vão me contrariar, mas já vão entender...
Todos certamente já ouvimos, de alguém, ou até lemos alguns destes livros de auto ajuda, que nos dizem para termos sempre pensamentos positivos e repetitivos, como: "eu posso", "eu consigo", "eu sou capaz", frases deste gênero. Nunca falta um parvo para dizer que isso tudo é balela.
Mas não é no minimo curioso, que os donos das mentes que repetem estes, "eu posso", etc, etc...Essas pessoas produzem uma certa energia positiva que conduz a maioria delas a êxitos. Já quem vive gemendo, dizendo ao mundo que não tem sorte, que não tem jeito pra algo, que não possui talento, isso e aquilo, de fato acaba por viver tudo isso.
É impossível e irrealizável alguém conseguir vencer pensando apenas no fracasso. Mas não iniciei esse assunto assim sem mais nem menos, claro como você sabem, sempre tenho uma razão para a conversa. O que vou citar vai soar contestável, porém os contestadores vão ter que contestar também a ciência da propaganda.
Por inúmeras vezes, diariamente, ouvimos no rádio, na televisão, na internet, a exaustiva repetição das mesmas propagandas, os mesmos anúncios, varias e varias vezes. E o motivo dos dos anunciantes gastarem tanto com publicidade para repetir sempre as suas mesmas mensagens. Simples meu caro Dr. Wotson. Da repetição nasce a persuasão. Você, mesmo sem perceber, de tanto ouvir que certo modelo de carro te da mais segurança, mais status, mais disso e mais daquilo...Se você for comprar um carro, vai acabar indo ver aquele, se tem realmente tudo o que você ouviu falar. E as vezes nem é você que vai comprar, você nunca viu o carro pessoalmente, mas sai por ai dizendo: "Você viu aquele carro novo? É o máximo!"
E por que então os tolos que acusam e intitulam a autoajuda de inútil não falam o mesmo da propaganda?
Então vamos combinar, é imensamente melhor repetir para nós mesmos que podemos, que somos capazes...do que parar, ficar, não seguir. Do que arrumar sempre uma desculpa, de que não é capaz, não consegue, isso e aquilo.
E como a mente não pode ser ocupada ao mesmo tempo por dois pensamentos, estímulos poderosos. Melhor é repetir que podemos do que repetir que não podemos. Auto ajuda barata? Que seja. Mas ela nos da felicidade e poder, o que a propaganda também dá aos produtos que anuncia.
A repetição é a mãe do aprendizado. E dos milagres...
Por isso repito, garçom me traga mais uma dose.
Todos certamente já ouvimos, de alguém, ou até lemos alguns destes livros de auto ajuda, que nos dizem para termos sempre pensamentos positivos e repetitivos, como: "eu posso", "eu consigo", "eu sou capaz", frases deste gênero. Nunca falta um parvo para dizer que isso tudo é balela.
Mas não é no minimo curioso, que os donos das mentes que repetem estes, "eu posso", etc, etc...Essas pessoas produzem uma certa energia positiva que conduz a maioria delas a êxitos. Já quem vive gemendo, dizendo ao mundo que não tem sorte, que não tem jeito pra algo, que não possui talento, isso e aquilo, de fato acaba por viver tudo isso.
É impossível e irrealizável alguém conseguir vencer pensando apenas no fracasso. Mas não iniciei esse assunto assim sem mais nem menos, claro como você sabem, sempre tenho uma razão para a conversa. O que vou citar vai soar contestável, porém os contestadores vão ter que contestar também a ciência da propaganda.
Por inúmeras vezes, diariamente, ouvimos no rádio, na televisão, na internet, a exaustiva repetição das mesmas propagandas, os mesmos anúncios, varias e varias vezes. E o motivo dos dos anunciantes gastarem tanto com publicidade para repetir sempre as suas mesmas mensagens. Simples meu caro Dr. Wotson. Da repetição nasce a persuasão. Você, mesmo sem perceber, de tanto ouvir que certo modelo de carro te da mais segurança, mais status, mais disso e mais daquilo...Se você for comprar um carro, vai acabar indo ver aquele, se tem realmente tudo o que você ouviu falar. E as vezes nem é você que vai comprar, você nunca viu o carro pessoalmente, mas sai por ai dizendo: "Você viu aquele carro novo? É o máximo!"
E por que então os tolos que acusam e intitulam a autoajuda de inútil não falam o mesmo da propaganda?
Então vamos combinar, é imensamente melhor repetir para nós mesmos que podemos, que somos capazes...do que parar, ficar, não seguir. Do que arrumar sempre uma desculpa, de que não é capaz, não consegue, isso e aquilo.
E como a mente não pode ser ocupada ao mesmo tempo por dois pensamentos, estímulos poderosos. Melhor é repetir que podemos do que repetir que não podemos. Auto ajuda barata? Que seja. Mas ela nos da felicidade e poder, o que a propaganda também dá aos produtos que anuncia.
A repetição é a mãe do aprendizado. E dos milagres...
Por isso repito, garçom me traga mais uma dose.
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