sexta-feira, 27 de julho de 2012

A arte do encontro

Encontro no aeroporto uma velha amiga que retorna de uma longa viagem. Passou muito tempo fora, vivendo em outras terras, convivendo com outras culturas. Ela não sabe, mas ser espectador desses fatos que ela conviveu me dão uma vontade enorme de tomar uma boa dose de Whisky e pensar...

Todos os dias é um vai-e-vem, a vida se repete em todas as estações, tem gente que chega pra ficar, outras que vão embora para nunca mais voltar. Tem gente que vai, mesmo querendo ficar, e outras que aparecem apenas para dar uma olhada.

E assim é a arte dos encontros e desencontros da vida. As chegadas e as partidas. Dois lados na mesma viagem. Ônibus vai partindo, vai chegando. É o mesmo ônibus. E a hora do encontro é a mesma hora da despedida. Você se despedindo de uma plataforma e dando boas vindas a outra.

E como diz a letra da musica..."quanta gente a gente vive deixando pra trás..." Quantas pessoas você conhece hoje, quantas já conheceu e quantas ainda irá conhecer até seu ultimo dia?. Assim fala também a frase ou dito popular: "a vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros na vida".
Muito conhecida, muito verdadeira.

A sua professora do primário, a primeira namorada, colegas de trabalho, antigos vizinhos, colegas de escola, de faculdade. Amizades que foram abandonadas, que se dissiparam por distancia, por mudança de rumos ou infinitos motivos.

Quantas vezes uma pessoa que você considerava insignificante, mudou todo o rumo da sua vida. Muitas vezes são pessoas que você nem mesmo conhece. Essa pessoa toma uma decisão, PÁH... Ai o café que você ia tomar todo dia naquela padaria perto do seu trabalho tem uma funcionária nova, que sorri de um jeito diferente para você todas as manhãs. Você não sabe ainda, mas o dono da padaria acabou de contratar a futura mãe dos seus filhos.

Digo isso com a máxima propriedade, já que na minha profissão acabo conhecendo muitas pessoas, cidades e estados. Seja o um cliente que virou um grande amigo, ou o cara que eu resolvi dar uma carona na estrada e que ele acabou encontrando o possível amor da sua vida por isso. (fatos verdadeiros).

Você nunca sabe quando uma atitude sua vai mudar os rumos da sua vida, e quem você vai encontrar nesse caminho. Mas é bom saber que você vai encontrar. E vai descobrir que quando dizem que sua vida depende apenas de você, não passa de uma metáfora, bonitinha, mas tão falsa quanto uma nota de 3 reais. Posso hoje te apresentar um amigo, que pode ser seu futuro marido. Ou resolver te contratar para trabalhar na empresa dele. Ou ainda você se tornar mais amigo dele que eu, e terem varias aventuras em sua amizade.

Lembra daquela noite, que você estava em casa, sem muito animo para sair? Por que o dinheiro tava curto, ou por que discutiu com seus pais? Mas seus amigos, aqueles filhos da mãe não te deixam em paz com seu momento depressivo e te carregam pra balada mais movimentada da cidade. E você acorda no outro dia com um sorriso de ressaca, recordando quando consegue lembrar de alguma coisa, que teve uma das noites mais doidas de sua vida, e ainda com o numero de um celular com um nome novo na sua agenda... É eu sei.

É realmente esse paradoxo dos encontros e desencontros é longo, complicado e fantástico.

E como muitos encontros são embalados de uma boa dose...Garçom trás mais uma dupla com gelo por favor!


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Verdades que os homens contam - 2 Round

Silvia andava meio cansada de homens. Pensou até em, como dizem por aí, colar o velcro, beijar o carpete, colocar a aranha pra brigar. Mas desistiu, o negocio dela era homem mesmo.
O problema é que homem mente demais. Toda mulher sabe que homem é mentiroso. O que ainda não mentiu, vai mentir. Ela então resolveu tentar uma estratégia diferente e se cadastrou num desses sites de relacionamento on-line. Talvez o fato de Silvia ser loira explique por que ela resolveu fugir de homem mentiroso buscando um na internet. Mas quando o desespero bate, vale tudo. Vai que né?

Silvia acabou marcando um encontro com Ademir, um cara normal. Nem muito alto, nem muito baixo, nem gordo nem magro. O único diferencia de Ademir estava guardado dentro da cueca. Silvia fez as contas e chegou a conclusão de que é melhor um cara normal e bom de cama, do que um bonitão, ou rico que viveria cercado de mulheres 'fáceis'. Era melhor diminuir as suas expectativas e se ver livre de mentiras do que sonhar alto demais e sempre acabar caindo. 

Saíram e foram até um restaurante para se conhecer melhor. Conversaram bastante, falaram de suas vidas, fizeram confissões, perceberam que tinham gostos e ideias parecidas, achavam um ao outro atraentes, tudo estava indo bem. Sílvia não era mulher de dormir com alguém no primeiro encontro, mas a situação estava tão preta que ela resolveu abrir uma exceção. (exceção é como as mulheres chamam as suas pernas, já que quando acontece algo no primeiro encontro, elas sempre estão abrindo uma exceção, nunca o fizeram antes).

Entre um amasso e outro, uma musiquinha, pega daqui, encoxa dali, foram para o quarto. Ademir deu aquela caprichada nas preliminares, mas quando chega o momento em que Sílvia resolve despi-lo, ela grita pasmada.

- Peraí, Ademir! Assim não dá!
- Como assim Sílvia, o que houve?
- Eu fui pra esse maldito site de relacionamento por que estava cansada de homem mentiroso.
Você disse que tinha uma BMW, veio me buscar de Celta, deixei passar. Você disse que tinha uma apartamento de frente para o mar e me trouxe nessa kitnet. E tinha cadastrado no site que possuía atributos físicos além dos padrões (pra não dizer dotado) e agora vejo que não tem nada de mais. Você não passa de mais um mentiroso!

- Calma, vou explicar. Meu carro esta na revisão, esse é o que a concessionaria me deu como reserva. Esse apartamento é de um amigo meu, estou aqui uns dias por que o meu esta em reformas. Mas realmente dei uma aumentada no meu perfil sobre os meus atributos.

- Ta vendo? Mentiroso! Canalha!
- Posso perguntar uma coisa? E esses seios ai? São silicone certo?
- São e daí?
- Você é loira ou tinge o cabelo?
- Pintei, mas o que tem haver?
- Aquela sua foto do perfil? Me parece um pouquinho diferente, melhorada...
- É eu melhorei ela um pouquinho no photoshop.
- Pois é, eu te contei uma mentira, você contou quatro. Como eu sou um cara legal, vou te perdoar.

...e continuaram os amassos.


(Marcel Dias).

segunda-feira, 23 de julho de 2012

O mau é beber sozinho

Frequentemente digo aos meus amigos, o quanto eu gosto da minha companhia, de viajar, pegar estrada sozinho, sentar na minha sacada e beber minhas doses. E muitos confundem isso com anti-socialismo, ou egocentrismo. Mas não entendem que esse pré-julgamento vai contra a tudo que realmente penso.
Sou uma pessoa completamente dependente das amizades que tenho. Mesmo que muitas vezes meus amigos não saibam disso ou percebam isso.

E por isso acredito que o mau do homem é beber sozinho. Pois há aqueles que se sentem independentes da convivência humana. Gente que não precisa de ninguém, que pode fazer tudo sozinho e se dizer completo. Bem, eu sinceramente prefiro estar em uma mesa apertada, dividindo espaços para tantos copos e cotovelos se empurrando, brindando até ultima dose de Whisky. Do que sentar no sofá, ligar a TV e comer o resto de comida requentada a dias na geladeira, sem ninguém.

Com toda essa eterna ânsia de multiplicar, eu prefiro dividir. E nas mesas que me sento não dividimos apenas a bebida, a comida e a conta. Dividimos o papo, o riso farto, ou por vezes angustias. Verdades e mentiras. E no dia seguinte, a ressaca em grupo, frutos das lembranças ou da total ausência de memória da noite anterior. E essa também é uma das partes boas, quando não recordamos de tudo, e acabamos por incrementar a narração, aumentando um pouco, mentindo, sem maldade. Apenas para que nossos amigos estejam sempre entretidos. Por mais que todos saibam que é provável que o que o Paulo falou sobre as Gêmeas no elevador seja mentira, rimos e ficamos espantados, duvidamos, mas só um pouco. E então chega nossa vez de contar a nossa estória. Uns detalhes a mais não fazem mal a ninguém. Isso é beber junto.

Beber, aqui sinônimo de viver. Se focemos sozinhos, quem faria os coros nas arquibancadas? Quem sacanearíamos a cada atualização de status? Um homem de verdade entende que não é só. Sabe que um dia pode precisar de alguém. Até de um alvinegro, espero que eu nunca.

Um homem bebendo só, esta sentado, confortável. Mas sem ter quem sacanear pela derrota do seu adversário. Sem ter quem sacanear pela "filhote de cruz-credo" que pegou na noite passada. O homem que bebe só não conta histórias, não comenta nada. Talvez não por não ter o que falar, mas por não ter a quem ouvir. A ressaca chega, e o que ele fez na noite anterior não interessa a ninguém. Quase tão solitário quanto um torcedor do Ituano.

Então, eu prefiro sim beber junto. Tomar cuidado para um cotovelo não derrubar meu copo - Deus me livre que isso aconteça - rindo e atento. Bolando coisas a contar e fazendo vaquinha para pagar a conta.



sexta-feira, 20 de julho de 2012

As verdades que os homens contam!


Júlio tinha fama de bagunceiro. Desde pequeno, sua mãe lutava para fazer com que ele arrumasse a cama todas as manhãs, antes de ir para a escola. "Mas que menino desorganizado" - dizia ela. Perdido em seus pensamentos, Júlio não queria arrumar a cama de jeito nenhum. E foi assim durante anos. Júlio foi crescendo, chegou até a faculdade e começou a namorar Roberta, que tinha mania de organização. Casaram em uma linda festa, tudo minunciosamente detalhada e executada conforme Roberta havia planejado.

Apos seis meses de casados, Roberta que ainda não tinha conhecido bem o lado bagunceiro de Júlio, começou a ficar cansada de não encontrar nada no lugar. Por mais que ela pedisse, ele parecia não ouvir e pouco se importava se a casa estava bagunçada. Roberta resolveu conversar e dar um basta na situação. Ou Júlio dava um jeito, ou ela daria um fim no curto casamento.

- Júlio precisamos conversar seriamente.

- Meu amor, adoro sua voz sabia?

- Estou falando sério, temos um problema a resolver.

- Posso cheirar seu pescoço antes? Amo seu perfume, é como se eu respirasse vida.

- Não, não pode. Escuta só, estou cansada. C-A-N-S-A-D-A de mandar você arrumar as coisas e você me ignorar completamente! Não aguento mais chegar em casa e encontrar a cama do mesmo jeito, como se não tivesse pedido para você arrumar antes de ir pro trabalho. E as taças de vinho de ontem? Ainda estão no mesmo lugar, Júlio! Isso é um absurdo, assim não da para continuarmos casados.

- Calma amor, deixa eu explicar, é o seguinte...

- Não tem explicação. Nenhuma desculpa sua vai colar Júlio.
(uma pausa para lembrar que ela chamou ele pelo nome inúmeras vezes, provando que estava realmente zangada).

- Você não quer ao menos ouvir o que tenho a dizer?

- Seja breve...

- Sabe por que eu deixei as taças de vinho no mesmo lugar?

- Não e acho que nem quero saber.

- Vou te falar assim mesmo. Deixei por que na noite de ontem fizemos 6 meses de casados. Seis meses desde que a minha vida mudou da água para o vinho. São 180 dias desde que percebi que não vou estar mais sozinho. E eu queria viver esse momento cada segundo possível. Queria acordar, olhar para aquelas taças, ver o restinho de vinho no fundo, ver o batom marcado onde sua boca tocou. Ter certeza que não foi um sonho, pois as vezes ter você comigo me faz duvidar da realidade o tempo todo.

- E a cama? Por que você nunca arruma a cama? (aqui ela já não o chama mais pelo nome)

- Por que ela é nosso lugar sagrado. Onde deitamos, dormimos, conversamos, esquentamos os pés um do outro, pensamos no futuro, nos amamos. Onde vamos passar 1/3 de nossas vidas juntos.

- E isso é desculpa pra não arrumar?

- É que gente feliz não arruma a cama. Cama bagunçada tem muito mais vida. Quem esteve nela sabe o que aconteceu só de olhar para os travesseiros virados, o formato do edredom amassado. A gente olha e sabe onde cada um esteve, sente o calor trocado. Mesmo que tenho sido só uma noite de sono profundo, a gente lembra. Lembra que o sono foi bom, que o outro estava ali. E arrumar a cama cedo, faz que tudo isso suma num piscar de olhos, sabe?

- E por que você arrumou a cama algumas vezes quando eu não morava com você?

Essa é a resposta! Você não estava aqui sempre. Sem você dormindo aqui, as noites era infelizes. Eu arrumava a cama para esquecer que dormi sem você.

- Acabei de me lembrar de uma coisa.

- O que?

- Nem tomamos o café da manhã ainda, vamos?

- Vai preparando que eu vou arrumar a cama como você queria.

- Não arruma não, deixa assim. Olhei melhor e vi que ela esta do jeito que eu quero.



(testosterona blog)

terça-feira, 10 de julho de 2012

Felicidade sem Motivos

Estou quase convencido, falta muito pouco... Esse quase, é resultado obviamente das minhas conversas de bar, entre dose e outra. Explico. Dependendo da pessoa que senta-se a mesa comigo, entre um papo e outro, pergunto a ela qual o sentido da vida. É um assunto que de certa maneira me viciei em obter diversos pontos de vista. Essa mania pisciana de querer conhecer os sete mares, todos os seres vivos e seus modos de viver em cada habitat.

Para a minha decepção, quase todas tem a mesma resposta. Mas não me decepciono por que as respostas divergem da minha ótica, mas por que é frustrante ver todos pensando a mesma coisa. Vocês já conhecem a minha caixa de sapatos onde guardo as minhas frases, e lá guardada tem uma que sou religiosamente adepto: "Quando todos estão pensando da mesma maneira, alguém não está pensando". Bem a maioria diante da minha pergunta, balança a cabeça, joga os cabelos pra cima, respondem de tudo um pouco, mas o que mais aparece é: o sentido da vida é ser feliz.

E aqui estou de volta ao assunto felicidade, por que entre essas minhas doses, encontro no bar um velho amigo, esse estudou psicologia, não acabou o curso, e tomou o rumo da sua vida profissional para caminhos mais, digamos...esotéricos. Onde esta até hoje com seus 37 anos.

Reencontro o amigo e lhe pergunto:

- E aí Índio velho, como vão a lida?

- Lutando - ele responde.

- Sim, mas que tipo de luta?

E então ele iniciou um longo e interessante discurso sobre a vida, sobre a sua luta para encontrar sentido nas coisas. Aquelas conversas de bar. Bah, se um psiquiatra passasse por nós, certamente levaria os dois...

Pois bem, por acaso, se é que existe acaso, na manhã seguinte em que conversei com meu amigo, entrei em uma livraria, olho daqui e dali, achei uma obra da americana Marci Shimoff, que bem pode servir de roteiro para a tal felicidade que tantos dizem ser o sentido da vida. O livro trata da 'Felicidade sem Motivos', interessante.

Por que estamos sempre condicionando felicidade ao ter? A não perder e sempre ganhar. A sentir um prazer especial. A dispor de algo físico ou emocional que nos justifique momentos felizes. E na noite anterior, eu e meu amigo, um tanto embriagados havíamos conversado sobre isso. Sobre essas raízes da infelicidade humana. E que sempre condicionamos a nossa felicidade ao ter ou algum motivo especial.

Cito um exemplo: Você toma coragem e vai declarar seus sentimentos a uma pessoa, no fim da declaração descobre que seus sentimentos não serão correspondidos. Nesse ponto você tem dois caminhos a seguir. O de ficar triste pela decepção de não poder ficar com a pessoa que você sentia algo, e talvez nunca mais criar coragem de se declarar para alguém. Ou o de saber que você transpareceu os sentimentos que tinha guardado em seu peito, e você tem consciência de que nem sempre será correspondido e fez o que devia fazer, e então sente-se em paz consigo.

E a felicidade - e quem não sabe disso? - só pode estar em nossa cabeça, e não precisa, não deve precisar, de razões especiais. Cabeça e mente em paz, aí esta a felicidade. Quem a tem? Por isso somos tão infelizes, precisamos sempre de um motivo, de algo, de alguém. Quando na verdade precisamos de nada, além de uma cabeça sem motivos, apenas em paz. De fato, é muito fácil ser feliz. Mas é tão difícil...


terça-feira, 3 de julho de 2012

Somo únicos

Não digo que a pessoa deve se achar a figurona, andar com o rei na barriga, como dizem os antigos, assim sem mais nem menos. Mas digo que deve lutar para ser "a tal". Ai sim, ninguém vai chama-lá de prepotente, abusada, vaidosa. Pois ser "a tal" vai ser o resultado do seu empenho continuo, do esforço para o mérito.

Quem me conhece profissionalmente, sabe que costumo falar do ranking sobre as 100 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Costumo perguntar as pessoas se elas sabem qual é a primeira. Você ai, sabe?

As pessoas pensam, arriscam nomes de algumas mundialmente conhecidas. Bolas! Esta na cara, a melhor, a número um tem de ser a empresa que você trabalha! Essa empresa, seja ela qual for, tem que ser a melhor, por que você trabalha nela, o ranking de liderança desta empresa deve-se a você. Eu por exemplo, trabalho na número um do Brasil...

Quem não pensa dessa maneira, é uma pessoa sem conteúdo, perdedora. Só trabalha tendo como visão da empresa, um lugar para garantir seu misero salário. Vendo as horas passarem lentamente no relógio, contando os segundos para ir para casa. Acho que foi Confúcio que proliferou a frase: "Escolha o trabalho que tu gostas, e não terás que trabalhar um dia em sua vida".

Digo incansavelmente, que quem tira do seu trabalho apenas o ganho financeiro, ganhe quanto for, será sempre mal pago. E isso infelizmente, é a realidade da maioria. Por isso se vê tantas pessoas reclamando de seus empregos, dos chefes, das empresas, das suas profissões.

E isso não é conversa mole, não é uma tese. Tenho motivos, fatos. Logo cedo, como é de meu costume para acompanhar o café, abro o jornal. Deparo-me com uma foto de uma linda loira, vendedora de cosméticos.

No texto desta vendedora tinha a seguinte publicidade: "Somos mais de 1 milhão de revendedoras. Mesmo assim, eu me sinto a única..." Perfeito.

O colaborador, principalmente o vendedor, aliás, todos devem ser 'vendedores' da sua empresa, tem que se achar o número um. Sentir-se assim, e lutar por isso. Seu sucesso depende desse pensamento, e desta ação.

Sinto dizer, mas quem não trabalhar assim, será um formidável perdedor. Se cantas em um coral, considere-se a voz de todo o coral, ainda que sua voz seja de um pato gago. Esse conceito elevado não resultará em egocentrismo, desde que você lute para obter resultado dos seus pensamentos. É um sentimento de segurança, de autoestima, sensação que sempre que vivemos, lutamos par ser. E se lutarmos continuamente, é um dos caminhos para o sucesso. Um dos melhores. Caminho esse que a vida descortinou a todos. Para mim, para você. Nascemos para sermos únicos.

Termino com um pensamento que li em uma revista essa semana:

"Se somos únicos em alguma coisa ou lugar, saiba que isso se deve a fatores que vão muito além da sua sorte. Você conquista a vitória por mérito, capacitação e dedicação. Você é aquilo que os seus sonhos determinaram e suas ações realizaram... Classes e preconceitos não impedem de querer, de ir além...
A vida não esta fácil para ninguém, então, sinta-se orgulhoso de ser único!"