Gosto muito de uma frase - que novidade que é uma frase não? - do cangaceiro Virgulino Lampião, o rei do cangaço. Leia bem...
Lampião dizia que “o teu medo não te preserva do destino”.
Não sei se ele cria em destino como um roteiro de vida que vem de Deus. Sempre digo, à exaustão, que se houvesse esse destino escrito por Deus, Deus seria um formidável patife.
Se houvesse destino, o que teríamos feito para ganhar destinos tão diferenciados? Por que alguns nasceriam bonitos e outros feios? Por que alguns nasceriam saudáveis e outros doentes? Por que muitos nasceriam pobres e outros ricos? Por que uns nasceriam para assaltar bancos e outros para levar leite às crianças pobres? Não, não creiamos em destino. Deus, para quem crê, deu-nos a liberdade, o chamado livre-arbítrio.
Com esse livre-arbítrio escolhemos o que fazer na vida, e do resultado das escolhas sobram-nos as responsabilidades. Faz sentido: não houvesse a responsabilidade, não haveria culpas. Não, não há destino, há livre-arbítrio.Voltando ao Lampião, a expressão “foi o destino”, muito usada para justificar fracassos e acidentes, sempre quis encobrir irresponsabilidades, desatinos; isso, claro, provoca alívio na consciência de muitas pessoas. Dizendo que foi o destino, isentam-se de responsabilidades, culpas.
Vim até aqui para dizer que acabo de ler nos jornais sobre o “destino” de uma garota que aceitou uma carona à saída de uma festa. A carona lhe foi oferecida por uma amiga, a garota convidada não conhecia o rapaz que dirigia o carro. Todos no carro, lá se foram. O estúpido que guiava o carro iniciou logo em seguida um racha com um outro sujeito, que também havia saído da mesma festa. Isso em Porto Alegre. Não andaram muito, arrebentaram-se contra uma árvore. Morreu apenas a moça da carona, essa que não conhecia ninguém no carro senão a amiga que a convidara para irem juntas para casa.
Coitadinha, que destino cruel... Destino? Os pais sempre tentam educar os filhos para não aceitar caronas em saída de festas, não andar com desconhecidos, não acreditar em amizades instantâneas, não aceitar propostas de “desafios” ou de tentações... Nada. Educar os filhos para serem caretas. Abençoada caretice. Com isso, vão diminuir os riscos do “destino”, ainda que o teu medo não te preserve do destino, como dizia Lampião. Ah, mas que ajuda, ajuda!
terça-feira, 25 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Pense Pequeno
Você que já tomou umas doses aqui comigo sabe, ao tomar meus Whisky's costumo ler velhas frases ou velhas noticias. Acho que sou o único que gosta de ler noticias antigas. Talvez essa minha ânsia de compreender por que um bom Whisky ganha maturidade com o passar dos anos, e a sociedade a perde.
Se eu chegar para ti e lhe dizer: Pense pequeno! O que você sentiria?
Pense pequeno foi uma chamada publicitária que sacudiu os EUA a algumas décadas. O criador da campanha foi quase levado a cadeira elétrica. Mas a ideia dele, mal interpretada, era formidável, se os americanos a tivessem a aceitado naquele momento talvez não teriam passado por algumas ruínas vistas nos últimos anos.
Foi assim. Quando a Volkswagem lançou o Fusca no EUA, um publicitário pensou para ele um texto promocional, que achei genial, mas não deu certo...
Bem na quela época os americanos só aceitavam carros grandes, difíceis de estacionar, que consumiam muito combustível...mas todavia esses carros tem mercado por que inconscientemente, compensam a pequenez e a impotência de seus donos. É a psicanalítica em questão. Pois bem, o fusca seria uma revolução nos EUA, pequeno, prático, econômico, boa mecânica, fácil de estacionar, um sucesso mas...mas encalhou. Ninguém quis naquele momento. Tudo pelo título da publicidade de lançamento. Pense Pequeno.
Os americanos burros não entenderam o pense pequeno, o pensar no carro pequeno. Pegaram a coisa pelo - seja pequeno. Burros! O criador da propaganda foi execrado. Oras, já se viu americano pensar pequeno? Nunca! Eles gostavam de carrões, casarões, piscinões, bem do tipo dos brasileiros que com síndrome de grandeza que existe hoje. Mas tudo se explica pela impotência dos homens, eles buscam, pelo inconsciente, compensar por fora a pequenez interior.
Penso, por que não reviver o 'Pense Pequeno', do rejeitado publicitário americano? Por que não usar carros pequenos sem ser pequeno? Por que gastar com tolices externas apenas para parecer grande, externamente, Por que não deixar para pensar grande só nas significativas virtudes da vida? Por que não pensar grande na leitura, na decência, na paixão pelo trabalho, pelo próximo, no respeito, de ser um ser humano grande? Por que não pensar pequeno por fora e grande por dentro?
A única grandeza que nos dá prazeres reais, que nos trás sossego, que nos dá saúde e paz é a grandeza de dentro. Ou alguém consegue ser feliz por fora sendo infeliz por dentro? A vida é interior, o exterior é reflexo. É por isso que tantos infelizes procuram a felicidade externa sem se dar conta que perdem tempo. Quem tem vida interior, pensa grande, por dentro e por fora!
Se eu chegar para ti e lhe dizer: Pense pequeno! O que você sentiria?
Pense pequeno foi uma chamada publicitária que sacudiu os EUA a algumas décadas. O criador da campanha foi quase levado a cadeira elétrica. Mas a ideia dele, mal interpretada, era formidável, se os americanos a tivessem a aceitado naquele momento talvez não teriam passado por algumas ruínas vistas nos últimos anos.
Foi assim. Quando a Volkswagem lançou o Fusca no EUA, um publicitário pensou para ele um texto promocional, que achei genial, mas não deu certo...
Bem na quela época os americanos só aceitavam carros grandes, difíceis de estacionar, que consumiam muito combustível...mas todavia esses carros tem mercado por que inconscientemente, compensam a pequenez e a impotência de seus donos. É a psicanalítica em questão. Pois bem, o fusca seria uma revolução nos EUA, pequeno, prático, econômico, boa mecânica, fácil de estacionar, um sucesso mas...mas encalhou. Ninguém quis naquele momento. Tudo pelo título da publicidade de lançamento. Pense Pequeno.
Os americanos burros não entenderam o pense pequeno, o pensar no carro pequeno. Pegaram a coisa pelo - seja pequeno. Burros! O criador da propaganda foi execrado. Oras, já se viu americano pensar pequeno? Nunca! Eles gostavam de carrões, casarões, piscinões, bem do tipo dos brasileiros que com síndrome de grandeza que existe hoje. Mas tudo se explica pela impotência dos homens, eles buscam, pelo inconsciente, compensar por fora a pequenez interior.
Penso, por que não reviver o 'Pense Pequeno', do rejeitado publicitário americano? Por que não usar carros pequenos sem ser pequeno? Por que gastar com tolices externas apenas para parecer grande, externamente, Por que não deixar para pensar grande só nas significativas virtudes da vida? Por que não pensar grande na leitura, na decência, na paixão pelo trabalho, pelo próximo, no respeito, de ser um ser humano grande? Por que não pensar pequeno por fora e grande por dentro?
A única grandeza que nos dá prazeres reais, que nos trás sossego, que nos dá saúde e paz é a grandeza de dentro. Ou alguém consegue ser feliz por fora sendo infeliz por dentro? A vida é interior, o exterior é reflexo. É por isso que tantos infelizes procuram a felicidade externa sem se dar conta que perdem tempo. Quem tem vida interior, pensa grande, por dentro e por fora!
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Síndrome do Coitadinho
Poucas coisas me deixam mais azedo do que ver a auto-depreciação. Uma doença terrível, que podia ser denominada como "Síndrome do coitadinho". Um sentimento que veda a felicidade. Nas situações mais dramáticas, esse sentimento o persuade ao olhar apenas para dentro ao invés de olhar ao horizonte. Sussurra, coisas ao seu ouvido, e sua vida passa a ser uma peça de teatro melodramática.
Essa síndrome ataca, e te faz lembrar o quanto você é rebaixado, ofendido. Importante, mais ainda assim desprezado. Incrível mas obscuro e ignorado. Hábil, mas não reconhecido. Ilustre, mais invisível.
Se eu fosse dar uma cor para representar a auto-depreciação, seria o roxo, como um hematoma. A síndrome do coitadinho é como uma mancha roxa, um sinal alertando que algo esta errado a um nível mais profundo. Temos hematomas quando sangramos por dentro.
Uma maneira horrível de morrer. Hemorragia interna. As vezes indolor, e quase sempre invisível, traiçoeira.
E um pequeno gotejar minusculo pode tornar-se uma inundação fatal. Um sangramento sem controle.
A Síndrome do Coitadinho, é a hemorragia silenciosa da alma. Você não vê, e muitas vezes não sente a força da vida fugindo, até não estar mais ali. Então vem o famoso jargão, "é tarde demais".
Essa enfermidade penetra nas entranhas do leal empregado não promovido, do filho aprisionado pelas normais dos pais, da pessoa com um amor não correspondido, de quem foi excluído no seu circulo social. Então a mente é inundada por um sentimento de auto piedade: "ninguém se importa com você, encare!".
Então vem a fase terminal dessa terrível doença. Sorrisos em seu rosto, apenas os de ironia para com a sua vida. Sua família é um desastre, você teve um mau casamento, você é fraco de mais, gordo demais, tem dividas demais, escolheu a profissão errada, não tem talento pra nada, é feio, muito branco, muito escuro, muito baixo, tem pé muito grande. Desculpas, justificativas, pretextos.
Pretexto que mascaram um sentimento de dúvida. Convenhamos, você não nasce com um complexo de inferioridade. Isso se desenvolve com o tempo. E como na realidade ninguém é inferior por natureza, essa síndrome tem cura. Injetando boas doses de auto-confiança.
Já lhes ocorreu que o fracasso pode ser seu melhor professor? Quantas histórias de pessoas que tiveram vitórias incríveis e se originaram de desastres pessoais você conhece? Poucas, e talvez nenhuma vitória, não sucedeu algum tipo de fracasso. Tornaram-se notáveis por que tinham confiança em si. Por que sabiam que podiam mais, que tinham capacidade. Não eram diferente de mim, ou do você. Não em sua natureza ao menos. Mas certamente na forma de pensar sim.
Se você sentir que esta com sintomas desta síndrome, ainda pode se livrar dela. Acabe com as desculpas, não culpe o mundo. Não culpe ninguém. Não seja passivo. Ou certamente sua alma sofrerá uma hemorragia. E você morrerá, sem uma única gota de alegria.
Essa síndrome ataca, e te faz lembrar o quanto você é rebaixado, ofendido. Importante, mais ainda assim desprezado. Incrível mas obscuro e ignorado. Hábil, mas não reconhecido. Ilustre, mais invisível.
Se eu fosse dar uma cor para representar a auto-depreciação, seria o roxo, como um hematoma. A síndrome do coitadinho é como uma mancha roxa, um sinal alertando que algo esta errado a um nível mais profundo. Temos hematomas quando sangramos por dentro.
Uma maneira horrível de morrer. Hemorragia interna. As vezes indolor, e quase sempre invisível, traiçoeira.
E um pequeno gotejar minusculo pode tornar-se uma inundação fatal. Um sangramento sem controle.
A Síndrome do Coitadinho, é a hemorragia silenciosa da alma. Você não vê, e muitas vezes não sente a força da vida fugindo, até não estar mais ali. Então vem o famoso jargão, "é tarde demais".
Essa enfermidade penetra nas entranhas do leal empregado não promovido, do filho aprisionado pelas normais dos pais, da pessoa com um amor não correspondido, de quem foi excluído no seu circulo social. Então a mente é inundada por um sentimento de auto piedade: "ninguém se importa com você, encare!".
Então vem a fase terminal dessa terrível doença. Sorrisos em seu rosto, apenas os de ironia para com a sua vida. Sua família é um desastre, você teve um mau casamento, você é fraco de mais, gordo demais, tem dividas demais, escolheu a profissão errada, não tem talento pra nada, é feio, muito branco, muito escuro, muito baixo, tem pé muito grande. Desculpas, justificativas, pretextos.
Pretexto que mascaram um sentimento de dúvida. Convenhamos, você não nasce com um complexo de inferioridade. Isso se desenvolve com o tempo. E como na realidade ninguém é inferior por natureza, essa síndrome tem cura. Injetando boas doses de auto-confiança.
Já lhes ocorreu que o fracasso pode ser seu melhor professor? Quantas histórias de pessoas que tiveram vitórias incríveis e se originaram de desastres pessoais você conhece? Poucas, e talvez nenhuma vitória, não sucedeu algum tipo de fracasso. Tornaram-se notáveis por que tinham confiança em si. Por que sabiam que podiam mais, que tinham capacidade. Não eram diferente de mim, ou do você. Não em sua natureza ao menos. Mas certamente na forma de pensar sim.
Se você sentir que esta com sintomas desta síndrome, ainda pode se livrar dela. Acabe com as desculpas, não culpe o mundo. Não culpe ninguém. Não seja passivo. Ou certamente sua alma sofrerá uma hemorragia. E você morrerá, sem uma única gota de alegria.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Apartheid Sexista
A velha história da guerra sexual, travada desde... Desde quando?
No inicio dos tempos, nós homens sempre estávamos ali, tentando mostrar nosso valor ao sexo oposto. Como é passado as crianças, ao menos quando eu assistia desenhos animados, lá ia um homem das cavernas, armado apenas de um porrete derrubar um tiranossauro e salvar a mulher de tapa sexo de leopardo. E ainda assim se após esse feito heroico ela o rejeitasse, bastava acertar a cabeça dela e leva-lá para a caverna. Não que eu aprove tal costume, mesmo por que creio não ter existido.
Mas depois disso, lá iam os nobres cavaleiros...dentro de armaduras cheias de ferro, carregando espadas, lanças, escudos, subindo em castelos, entrando em matas e cavernas, para salvar a pobre princesa indefesa das garras de algum dragão, feiticeiro ou mesmo algum malfeitor do reino. Assim invariavelmente torna-se o seu príncipe encantado e viver com ela felizes para sempre.
Bons tempos aqueles!
Mas hoje a coisa mudou e a figura é outra. Se os cavaleiros matavam dragões com sua espada e armaduras, as mulheres de hoje estripam eles a unha e ainda fazem seus cavaleiros pendurarem a cabeça deles na sala de estar.
As vezes algumas mulheres "modernas" me assustam. Essa geração meio "Angelina Jolie", adora ser o gênero dominante, independente e indestrutível. Então me vem aparecendo inúmeras destas, chegando a fase da "tia", bem sucedidas profissionalmente, mas solitárias. E se questionadas sobre sua solidão, tem a resposta na ponta da língua: "Nenhum homem é digno da minha companhia", todos imprestáveis e machistas.
Muitas de certa maneira trocando prazeres de uma união conjugal e/ou maternal em nome de uma tal identidade profissional e de um tipo de auto-afirmação. E dizem com o peito estufado: Não precisamos de homens, já perdemos tempo demais nessa escravidão doméstica. Então vão ao trabalho, trocando a submissão ao marido, pela submissão aos patrões, empresários, aos corporações e ao mundo Business. E assim como existem mulheres batalhadoras, muitas aproveitaram desse novo cenário para nunca limpar, cozinhar ou lavar, simplesmente por que não querem fazer coisa nenhuma e ponto final.
É por isso que as vezes isso parece uma imensa guerra civil, um apartheid sexista. Sem leis a favor dos homens, por que segundo elas já tivemos privilégios demais desde que o mundo é mundo.
Tudo sempre favorece a mulher! E não me digam que é exagero. Um exemplo. Se uma esposa, digamos, castra o marido, não apenas todos riem, como a psicopata é transformada em heroína das mulheres, vira símbolo de uma luta contra o machismo. Ninguém se sensibiliza com o cara mutilado que agora vai aprender a urinar sentado. Por outro lado se o marido resolver se vingar de uma esposa que o traiu, mutilando seu órgão sexual, além de ir pra cadeia na hora, se torna o maior vilão da história. Muito justo os julgamentos né?
Mesmo que realmente muitos homens ainda parecem verdadeiros neandertais, a maioria no fundo que uma mulher ao seu lado, para que ele possa lhe oferecer proteção. E realmente no fundo (como muitas mulheres gostam de dizer também) a última palavra sempre foi delas, mesmo antes delas supostamente virarem a mesa. Sempre foi elas, Tróia caiu por causa de uma mulher, Lampião o maior macho do sertão nordestino, caiu por uma mulher, a banda de Rock de maior sucesso que existiu acabou por que? Mulher! Sempre foram elas em primeiro lugar.
Então aparece um movimento feminista que inicia exigindo direitos iguais. Ok! Mas então transformam eles em: "Todos os direitos para elas, uns farelos a eles". E sim, elas vem nos superando, administrando melhor as empresas, projetando casas melhores, comandando países com mais desenvoltura, até dirigindo melhorok, essa é só uma pequena minoria. Alguma até enchem melhor a cara do que muito boêmio, pilotam tanques, jatos, até na musculação muitas tem mais vigor que nós...sim que eu.
Bem, se me derem licença, terminei meu Whisky e vou ali abater aquele tiranossauro com meu cassetete, pra impressionar a gata que esta por perto. E vou correr, antes que ela pegue o bicho antes de mim.
No inicio dos tempos, nós homens sempre estávamos ali, tentando mostrar nosso valor ao sexo oposto. Como é passado as crianças, ao menos quando eu assistia desenhos animados, lá ia um homem das cavernas, armado apenas de um porrete derrubar um tiranossauro e salvar a mulher de tapa sexo de leopardo. E ainda assim se após esse feito heroico ela o rejeitasse, bastava acertar a cabeça dela e leva-lá para a caverna. Não que eu aprove tal costume, mesmo por que creio não ter existido.
Mas depois disso, lá iam os nobres cavaleiros...dentro de armaduras cheias de ferro, carregando espadas, lanças, escudos, subindo em castelos, entrando em matas e cavernas, para salvar a pobre princesa indefesa das garras de algum dragão, feiticeiro ou mesmo algum malfeitor do reino. Assim invariavelmente torna-se o seu príncipe encantado e viver com ela felizes para sempre.
Bons tempos aqueles!
Mas hoje a coisa mudou e a figura é outra. Se os cavaleiros matavam dragões com sua espada e armaduras, as mulheres de hoje estripam eles a unha e ainda fazem seus cavaleiros pendurarem a cabeça deles na sala de estar.
As vezes algumas mulheres "modernas" me assustam. Essa geração meio "Angelina Jolie", adora ser o gênero dominante, independente e indestrutível. Então me vem aparecendo inúmeras destas, chegando a fase da "tia", bem sucedidas profissionalmente, mas solitárias. E se questionadas sobre sua solidão, tem a resposta na ponta da língua: "Nenhum homem é digno da minha companhia", todos imprestáveis e machistas.
Muitas de certa maneira trocando prazeres de uma união conjugal e/ou maternal em nome de uma tal identidade profissional e de um tipo de auto-afirmação. E dizem com o peito estufado: Não precisamos de homens, já perdemos tempo demais nessa escravidão doméstica. Então vão ao trabalho, trocando a submissão ao marido, pela submissão aos patrões, empresários, aos corporações e ao mundo Business. E assim como existem mulheres batalhadoras, muitas aproveitaram desse novo cenário para nunca limpar, cozinhar ou lavar, simplesmente por que não querem fazer coisa nenhuma e ponto final.
É por isso que as vezes isso parece uma imensa guerra civil, um apartheid sexista. Sem leis a favor dos homens, por que segundo elas já tivemos privilégios demais desde que o mundo é mundo.
Tudo sempre favorece a mulher! E não me digam que é exagero. Um exemplo. Se uma esposa, digamos, castra o marido, não apenas todos riem, como a psicopata é transformada em heroína das mulheres, vira símbolo de uma luta contra o machismo. Ninguém se sensibiliza com o cara mutilado que agora vai aprender a urinar sentado. Por outro lado se o marido resolver se vingar de uma esposa que o traiu, mutilando seu órgão sexual, além de ir pra cadeia na hora, se torna o maior vilão da história. Muito justo os julgamentos né?
Mesmo que realmente muitos homens ainda parecem verdadeiros neandertais, a maioria no fundo que uma mulher ao seu lado, para que ele possa lhe oferecer proteção. E realmente no fundo (como muitas mulheres gostam de dizer também) a última palavra sempre foi delas, mesmo antes delas supostamente virarem a mesa. Sempre foi elas, Tróia caiu por causa de uma mulher, Lampião o maior macho do sertão nordestino, caiu por uma mulher, a banda de Rock de maior sucesso que existiu acabou por que? Mulher! Sempre foram elas em primeiro lugar.
Então aparece um movimento feminista que inicia exigindo direitos iguais. Ok! Mas então transformam eles em: "Todos os direitos para elas, uns farelos a eles". E sim, elas vem nos superando, administrando melhor as empresas, projetando casas melhores, comandando países com mais desenvoltura, até dirigindo melhor
Bem, se me derem licença, terminei meu Whisky e vou ali abater aquele tiranossauro com meu cassetete, pra impressionar a gata que esta por perto. E vou correr, antes que ela pegue o bicho antes de mim.
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