Esta manhã em visita a um cliente, um empresário dono de uma
indústria muito renomada, de grande sucesso em seu segmento.
Como tantos outros empresários de sucesso, começou pequeno,
cogitado como louco, excêntrico ou até mesmo patético por muitos. E como
tantos, o têm sim o seu grau de loucura, que o fez transformar sua fabrica de
garagem, em uma potente indústria que fabrica mais de 10 mil fogões por dia.
(Sim eu também não sei aonde vão tantos fogões).
Falando algumas de suas passagens e discutindo
sobre visões estratégicas que o faz ser um sujeito de sucesso, me contou ele
uma história de infância, que até lembra essas histórias que esses
palestrantes motivacionais ministram.
Conta-me ele que durante sua infância, na época que foi demitido de seu primeiro emprego de meio expediente e não conseguia mais contribuir com a renda familiar. E a única renda da casa de 05 pessoas era das costuras que sua mãe fazia para a vizinhança da pequena cidade que moravam. Certo dia sua mãe adoece. As despesas da casa acumulam e acabam por atrasos tem os serviços de água e luz cortados. A despensa da casa estava quase vazia. Felizmente cultivavam no quintal algumas verduras e legumes meia dúzia de galinhas que os alimentavam com seus ovos.
Conta-me ele que durante sua infância, na época que foi demitido de seu primeiro emprego de meio expediente e não conseguia mais contribuir com a renda familiar. E a única renda da casa de 05 pessoas era das costuras que sua mãe fazia para a vizinhança da pequena cidade que moravam. Certo dia sua mãe adoece. As despesas da casa acumulam e acabam por atrasos tem os serviços de água e luz cortados. A despensa da casa estava quase vazia. Felizmente cultivavam no quintal algumas verduras e legumes meia dúzia de galinhas que os alimentavam com seus ovos.
No meio dessa dificuldade, uma tarde sua irmã mais nova
chega saltitando depois da aula dizendo:
- Mamãe, mamãe... Amanhã temos que levar para a escola
alguma coisa para os pobres.
Ouvindo isso, o empresário na época na posição de irmãos
mais velho, mais ainda tão jovem, esbravejou com a irmã:
- Pare menina, não conheço ninguém mais pobre do que nós!
Mas logo foi calado pela sua mãe, conta ele. Franzindo as
sobrancelhas e segurando ele pelo braço. Olhou para ele e disse:
- Se você passar para uma criança dessa idade a ideia de que
ela é ‘pobre’, ela será ‘pobre’ para o resto da vida. Sobrou um pote daquela
geleia caseira na geladeira, dê a ela para que leve.
Mamãe embrulhou a geleia em um papel com uma fita
cor-de-rosa e entregou a minha irmã, que foi saltitando para casa com seu
‘presente par os pobres’. E para sempre
depois disso, se havia um problema na comunidade, minha irmã presumia que ela
devia ser parte da solução.
E foi com esse pensamento que segundo ele, toca sua empresa.
Essa ideia que ele passa a cada colaborador. Que quando nos tornamos parte
da solução, certamente não compomos parte do problema ou apenas de uma
paisagem.
Sejamos pessoas de ação, é preferível o desgaste ao ficarmos
enferrujados.
É por isso que adoro meu trabalho. Uma conversa de bar em cada dose.
É por isso que adoro meu trabalho. Uma conversa de bar em cada dose.
Um comentário:
A sabedoria é a melhor das virtudes. Sem mais, até a próxima dose :)
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